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Inspira, expira, não pira!

vida de mãe, maternidade real
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Há umas semanas atrás, estava eu, totalmente maluca!

Juro louca, histérica procurando ajuda profissional par educar o meu filho!

Esse menino não me obedece, não segue ordens, só tirou “nota máxima” em educação física e música! Isso porque está no jardimII! Imagina vai virar um daqueles adolescentes que só pensa em jogar bola!

Comecei a pedir indicações de psicólogos para todos… estava decidida a aceitar meu fracasso como mãe e pedir ajuda profissional.

Mas, dentro de mim, eu sabia a resposta… enquanto estivesse naquela “vibe” de histeria,  gritando com o Lorenzo…  Ele ia continuar se comportando daquele jeito inadequado.

Comecei a respirar… me acalmar…  e pensar em todos os motivos que estavam me angustiando.  A casa em reforma, o site novo, o dia a dia familiar. Juro estava prestes a ter um colapso nervoso, estava até com aquele tique no olho que não para de piscar… Muito Bizarro!

E principalmente despejando todas minhas frustrações por não estar atingindo o padrão de excelência, estipulado por mim mesma, para uma mãe e dona de casa exemplar.

Foi  quando resolvi parar e me observar! Eu sabia que que tinha que estar inteira em todas as tarefas para que tudo funcionasse. E resolvi focar! Tudo poderia esperar um pouco mais… resolvi me dedicar a cada tarefa com mais calma. Principalmente com relação ao meu filho.

Parei de gritar, comecei a respirar fundo e estar  inteiramente com ele nos momentos em que eu me dispusesse a isso e não ali pensando em quanta coisa eu tinha pra fazer ainda…  E sim pessoas, ele mudou.  Acabou a histeria, a gritaria e o show de horror! Ele começou a cumprir as tarefas dele, e eu as minhas…

Claro! Como um menino de 5 anos saudável e ativo, apronta várias, mas várias , mas váaaarias travessuras mesmo… e  enquanto estou nessa fase “zen” consigo corrigir (as vezes tenho  que segurar para não rir, porque parece coisa do menino maluquinho) sem me ofender. Porque aí está o pulo do gato! Quando consigo ver isso apenas como travessuras de uma criança e eu brigo, faço-o sofrer a consequência daquele ato e pronto. tudo funciona!

Maternidade Real Desta forma, por algum motivo que eu não sei qual é, quando conseguimos manter o controle e a calma ( claro, que não é sempre que conseguimos)  o adulto toma conta da situação! E a criança entende e corresponde. Quando eu grito, falo um monte de coisas de qualquer jeito pareço mais uma criança fazendo chilique. E aí ficamos no mesmo patamar …

E é isso… respiremos e observemos o que funciona para cada um, né? Esse foi o jeito que eu encontrei para manter o mínimo de equilíbrio por aqui…

E você faz o que? Conte aí seu truque para encontrar o equilíbrio!

 

 

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